quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Segredo Revelado

DEZ PASSOS PARA QUITAR SUAS DÍVIDAS E SAIR DO VERMELHO!

DEZ PASSOS PARA QUITAR SUAS DÍVIDAS E SAIR DO VERMELHO!


DEZ PASSOS PARA QUITAR SUAS DÍVIDAS E SAIR DO VERMELHO!
Quando se trata de sair do vermelho, não existe nenhuma fórmula mágica que funcione para todo mundo. Se você estiver enfrentando essa situação no momento, console-se, você não está sozinho.  O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou recentemente que cerca de 50% dos brasileiros estão endividados e, para alguns desses brasileiros, a dívida pode chegar a cinco vezes o valor de sua renda mensal!

A boa notícia é que é possível sair desse buraco aparentemente sem fundo. A má notícia é que vai ser preciso esforço e muita disciplina para sair do vermelho e uma disciplina maior ainda para continuar fora dele. Ainda animado para mudar sua relação com o dinheiro? Ótimo! Os dez passos abaixo vão guiá-lo até a luz no fim do túnel.

PASSO 1:  TENHA UM ORÇAMENTO DOMÉSTICO

Você já sabia disso mas agora, é para valer. Você precisa ter uma orçamento doméstico, por mais simples que ele seja. Liste todas as suas despesas e todas as suas receitas. Não se esqueça de incluir dívidas, impostos e as despesas esporádicas como seguro do automóvel, IPVA, etc. Essa é a única maneira de saber tudo o que tem para pagar, quanto dinheiro terá para pagar essas despesas e avaliar onde e como está gastando seu dinheiro.

PASSO 2:  SAIBA O TAMANHO DO BURACO

Esta é possivelmente a pior parte de todo o processo de sanar suas dívidas - descobrir quanto você deve.  Faça uma lista com tudo o que estiver com pagamento atrasado: cartões de crédito, contas da casa, contas médicas, prestações, carnês, cheque especial, saldo negativo no banco, etc. Para cada item da lista, coloque o valor do pagamento mensal, taxa de juros e o total devido. Atualize essa lista mensalmente, à medida que for abatendo parte da dívida. Você vai se sentir muito bem ao ver o saldo final ficar menor a cada mês.

No caso das dívidas sobre as quais incidem multas e juros, como cartões de crédito, prestações, etc, contate a instituição e peça um levantamento - por escrito - com o detalhamento da dívida: valor principal, juros e quaisquer outras taxas cobradas. Isso é necessário porque é comum que instituições financeiras incluam taxas de cobrança ou advocatícias que não fazem parte da dívida original. Além disso, esses documentos fornecidos pelos credores podem ser úteis, em caso de uma disputa judicial.

Se você precisar, peça ajuda a alguém que conheça o assunto ou procure os órgãos de proteção ao consumidor, como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) ou o Procon. Pronto, por pior que seja o cenário, ele agora é conhecido e você tem um ponto de partida para voltar ao azul.

PASSO 3: CORTE SEUS GASTOS

Como você já imaginava, não dá para falar em pagar dívidas gastando a mesma coisa que levou você até elas. Classifique as despesas que você incluiu em seu orçamento doméstico em 3 categorias: imprescindíveis (alimentação, aluguel, água, luz, mensalidade escolar, etc.); desejáveis (academia, TV a cabo, assinatura de jornal, etc.) e supérfluas (cinema, restaurantes, viagens, etc.). Não preciso dizer que cabe a cada um definir o que é imprescindível, desejável ou supérfluo, de acordo com seu estilo de vida, mas se você incluir tudo no item imprescindíveis, o caminho para a recuperação vai ser muito, muito árduo!

Começando pelos itens supérfluos e prosseguindo para os desejáveis e imprescindíveis, decida quais deles podem ser eliminados. Você pode alugar DVDs ao invés de ir ao cinema. Por que não cancelar a academia, onde você não vai há dois meses? É possível vender um dos carros e viver com um carro só? Se não puder cortá-los totalmente, como é provavelmente o caso dos itens imprescindíveis, encontre maneiras de pelo menos reduzir o total gasto. É possível encontrar um apartamento com aluguel mais baixo? Encontrar maneiras de reduzir o consumo de energia elétrica?

Corte o máximo possível em todas as categorias mas um conselho: permita-se alguns itens de lazer que custem pouco. Quase ninguém consegue viver sem atividades sociais ou recreativas pelo tempo necessário para se livrar de todas as dívidas.

PASSO 4: TENTE PARAR O SANGRAMENTO

Quando suas dívidas mensais são apenas levemente superiores à sua receita no período, é possível recuperar sua saúde financeira com o uso de disciplina, mas sem medidas extremamente severas. Situações críticas, entretanto, podem exigir um curso de ação mais drástico e imediato. Se tiver investimentos, resgate-os para quitar suas dívidas em parte ou na totalidade. É muito pouco provável que o retorno financeiro de suas aplicações superem as taxas de juros que incidem sobre cartões de crédito ou cheque especial. Se não possuir investimentos, considere vender outros ativos, como veículos ou imóveis de lazer. Essa é uma maneira drástica mas efetiva de reduzir o sangramento representado pelo pagamento de juros sobre juros aplicados sobre o total devido ou até mesmo de evitar a perda definitiva de algum bem.

PASSO 5: RENEGOCIE O VALOR DA DÍVIDA

Contate seus credores e convença-os de que deseja quitar sua dívidas mas precisa de ajuda para fazê-lo. Este não é o momento para se sentir constrangido - você e metade do mundo estão tendo dificuldades em fazer o dinheiro chegar ao final do mês. Isso se você ainda estiver empregado. As instituições financeiras estão acompanhando a situação econômica global e estão sensibilizadas - ou no mínimo acostumadas - com a situação de pessoas como você, o que as torna dispostas a negociar para receber pelo menos em parte o que lhes é devido. Nesse cenário, é possível que elas aumentem o número de parcelas, ofereçam descontos nos juros ou até mesmo no valor do principal.

Ao negociar, avalie com atenção se o que está sendo proposto é justo - mais uma vez, peça ajuda a conhecidos ou órgãos de proteção ao consumidor. Se for justo, avalie se você poderá arcar com o que está sendo proposto e leia com atenção as cláusulas do contrato - de nada adianta uma excelente negociação se você não puder cumprir a sua parte do acordo.

PASSO 6: TROQUE SUA DÍVIDA POR OUTRA MELHOR

Para a maioria das pessoas endividadas, o cartão de crédito ou cheque especial aparece no topo da lista de valores devidos - seja pelo montante representado, seja pelo valor das taxas de juros cobradas, normalmente absurdamente altos.
Se você tiver seguido a recomendação anterior e tentado renegociar sua dívida, deve ter percebido que as administradoras de cartão de crédito raramente aceitam uma renegociação e preferem que você continue pagando o valor mínimo da fatura. Essa é a pior coisa a fazer com esse tipo de dívida. Pesquise as taxas de juros cobradas pelas várias instituições e obtenha um empréstimo pessoal com o banco que praticar as menores taxas. Ao comparar as taxas, leve também em consideração as tarifas envolvidas no processo, como a de abertura de crédito, por exemplo. Dessa forma, você estará trocando uma dívida de custo altíssimo como a do cartão de crédito ou cheque especial por outra de custo bem mais barato. Se for o caso, use parte desse empréstimo para pagar todas as dívidas cujas taxas de juros sejam superiores às do empréstimo contratado.

PASSO 7:  EVITE SEUS MAIORES INIMIGOS: CHEQUE ESPECIAL E CARTÃO DE CRÉDITO

Para muitas pessoas, o limite de gastos mensais é o limite imposto pela administradora do cartão de crédito e não pelo seu salário. E com taxas de juros que passam frequentemente de 150% ao ano, entrar no crédito rotativo - aquele sistema em que você paga o valor mínimo ou um valor menor do que o total da fatura - pode fazer com que em pouco tempo você esteja devendo o dobro do que gastou.

Pense no cartão de crédito como uma forma de comprar agora para pagar em até 30 dias algo cujo valor você poderia pagar integralmente neste momento sem abrir um buraco em suas finanças. Se você não tiver condições de gastar esse dinheiro agora, como conseguirá arcar com essa despesa no futuro? Parcelar no cartão, mesmo sem juros, também não é uma boa idéia, porque no mês que vem você não vai resistir ao celular que pode ser parcelado em 3 vezes, sem lembrar que já existem parcelas de outras compras irresistíveis feitas no meses anteriores.

O cartão de crédito pode ser uma ferramenta muito útil. Algumas situações requerem cartão de crédito, como a reserva de hotéis, por exemplo. Além disso, pagar tudo com cartão de crédito permite centralizar o pagamento de seus gastos em datas específicas do mês, o que facilita seu planejamento financeiro. Isso sem falar na possibilidade de juntar milhas e trocá-las por viagens ou outros tipos de benefícios. Mas, considerando os riscos envolvidos, ele só deveria ser usado por quem entende que só deve gastar no cartão aquilo que pode pagar na data do vencimento da fatura.  Usá-lo com inteligência, checando seu extrato semanalmente para manter seus gastos dentro do que você pode pagar e pagando o valor total da fatura na data de vencimento, é o ideal, mas nem todo mundo tem a disciplina necessária para fazê-lo.

Você não faz parte desse grupo de pessoas? Cancelar seus cartões de crédito é uma saída para quando o saldo devedor começar a fugir ao controle. Algumas vezes e para muitas pessoas, a única saída.

PASSO 8:  MUDE SUA RELAÇÃO COM O DINHEIRO

Adote novos comportamentos com relação ao dinheiro. Ao considerar novos gastos, pense em termos de quantas horas ou dias de trabalho esse item representa e avalie quantas horas de trabalho você trocaria por aquela TV que gostaria de comprar: 10, 30, 50? Trocar o fator dinheiro pelo fator tempo de trabalho pode mudar completamente seus hábitos de consumo. Se ainda assim você quiser ir adiante, considere adiar a compra até ter economizado o valor necessário para pagar o bem à vista e com desconto.

PASSO 9:  CRIE UM FUNDO DE EMERGÊNCIA

Isso parece utopia nesta altura do campeonato, mas lembre-se de que se você tivesse uma reserva financeira lá atrás, talvez não se encontrasse nessa situação agora. Assim que for possível, comece a poupar uma quantia todos os meses para formar um fundo de emergência. Use receitas extras, como o 13º. Salário ou a devolução do Imposto de Renda. O fundo de emergência serve para cobrir despesas - como o nome já diz - emergenciais de curto prazo e lhe dar a segurança de saber que está preparado para lidar com imprevistos sem se afogar em dívidas. Quando seu fundo de emergência atingir o equivalente a 6 meses de despesas mensais, comece a poupar para o longo prazo. Invista parte de todo aumento de salário, antes que se acostume com o novo padrão financeiro.

PASSO 10: COMEMORE!

Aprenda a comemorar a cada vez que uma dívida for quitada. Torne esse processo, se não divertido, ao menos gratificante. Retomar o controle de sua vida financeira pode ser um desafio, mas nada se compara à sensação de ver seu extrato bancário passar do vermelho para o azul e saber que você se tornou uma pessoa capaz - pelo menos no que se refere a dinheiro - de fazer escolhas mais sensatas no futuro.

 http://www.futurosobmedida.com.br/Financas/dezpassosparaquitarsuasdividasesairdovermelho.php

terça-feira, 30 de julho de 2013

A Fé que Vence o Mundo

  A Fé que Vence o Mundo              
1ª João 5:1-5

INTRODUÇÃO
- Será uma fé que busca a todo instante as bênçãos de Deus?
- Será uma fé que tem coragem de enfrentar todos os inimigos ?
- Ou será uma fé que acredita que Deus através do Seu Filho, garante salvação, vida eterna a todos que nele crêem e como resultado “... as demais coisas vos serão acrescentadas”?

PROPOSIÇÃO
- O que Deus ordena na Sua Palavra para nós não se torna tão pesado, porque o que é nascido de Deus vence o mundo;
- É importante observarmos que não é a pessoa que vence o mundo, mas o poder vitorioso de Deus que atua na vida da pessoa através da fé;
- Não é o homem quem vence, mas o seu novo nascimento em Deus.

SENTENÇA INTERROGATIVA
– Qual seria então a fé que nos faz vencer o mundo?

SENTENÇA TRANSITÓRIA
– De acordo com o texto, abordaremos três sentenças sucessivas que nos mostram qual é a fé que vence o mundo.

DESENVOLVIMENTO :
1) É A FÉ QUE FAZ DE VOCÊ UM NASCIDO DE NOVO – vs. 1-3
- “... nascido de Deus...”, isto é, gerado por Deus; crer é a conseqüência do novo nascimento. Os filhos de Deus manifestam que de fatos foram gerado por Deus pelo fato de crerem única e piamente no unigênito Filho de Deus;
- Este novo nascimento nos envolve num amoroso relacionamento com o Pai e com os Seus outros filhos. Aquele que é gerado por Deus, naturalmente ama Aquele que o gerou, isto é, ama a Deus; porém, João mostra que nesse relacionamento existe uma sociedade divina , “...também ama que dEle é nascido”. Observe que é estabelecido uma afinidade e, daí, afeição, não só entre o pai e filhos, mas entre os filhos e filhos. Isto quer dizer que todos os filhos de Deus devem se amar, pois todos são gerados em Deus, isto é, somos filhos do mesmo Pai.
- É impossível amar os filhos de Deus sem amar a Deus, como o é amar a Deus sem amar Seus filhos(4:20-21). Uma relação familiar une os dois amores(filhos e Pai). O amor a Deus tem uma Segunda conseqüência inevitável, a saber, obediência. Se amamos verdadeiramente a Deus, não somente amamos Seus filhos, mas também “praticamos os seus mandamentos”. V.3 – Existe uma conexão entre os dois: amor e obediência. O amor resulta da experiência emocional e a obediência resulta da experiência moral. Quero lhe dizer que Deus quer que o nosso amor seja ativo e prático. O nosso amor para com os nossos irmãos deve ser de fato e de verdade em serviço sacrificial(3:17-18); o amor a Deus, em guardar os Seus mandamentos.
- Jesus disse a mesma coisa acerca do sentido do amor a Ele (João 14:15,21).
- Não devemos achar difícil expressar o nosso amor mediante a obediência, pois “os seus mandamentos não são penosos”, isto é, dolorosos, pesados.
- Os regulamentos dos escribas e fariseus eram “fardos pesados e difíceis de carregar”Mt.23:4, mas o jugo de Jesus é suave e o Seu fardo é leve, Mt.11:30. A vontade de Deus é “boa, agradável e perfeita”Rm.12:2. É a vontade de um Pai perfeitamente sábio, cheio de amor, que procura o nosso bem-estar supremo.

2) É A FÉ QUE FAZ DE VOCÊ UM VITORIOSO – v. 4a.
- “...tudo o que..” , isto é uma aplicação do neutro. Está querendo dizer que não é a pessoa, mas “o poder vitorioso”. Isto é, “não é o homem que vence o mundo, mas o seu novo nascimento em Deus, é que vence”. O novo nascimento é um evento sobrenatural que nos tira da esfera do mundo, que Satanás governa, e nos traz para a família de Deus. “Fomos libertos do império das trevas...” Cl.1:13. A velha vida foi rompida, e a atração que tínhamos pelo mundo para nós, perdeu seu valor.


3) É A FÉ QUE FAZ VOCÊ CRER EM JESUS CRISTO COMO FILHO DE DEUS – v. 4b.
- É aquela fé que rejeita o falso ensino e afasta-se dos falsos mestres. 2:16 – “...concupiscência carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida...” . Tem que ter fé para resistir as heresias e também as perseguições. Mas seja qual for a forma que o mundo ataque a igreja, a vitória é nossa. Nunca deixe de acreditar em Jesus e na Sua Palavra, pois se mantivermos firmes a nossa fé o mundo não prevalecerá sobre nós.

APLICAÇÃO – A fé que vence o mundo tem como resultado desligar-nos dele e ligar-nos a Deus. Tem como princípio guardarmos os seus mandamentos. A fé, o amor e a obediência, são marcas do novo nascimento. Ele nos traz, queiramos ou não, relação com Cristo, com Deus, com a igreja e com o mundo que não podemos repudiar e que nos caracteriza como cristãos.

CONCLUSÃO – Observe que as extremidades de todo o processo são idênticas. Por quê somos filhos de Deus? Porque somos nascidos de cima. Os filhos de Deus são amados por todos os que amam a Deus. Os que amam a Deus guardam os seus mandamentos. Guardam os seus mandamentos porque vencem o mundo, e vencem o mundo porque são crentes em Cristo, nascidos de cima. Que Deus nos abençoe em nome do Senhor Jesus. Amém!!!



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Escrito por: Pr. José Pinto de Oliveira

Clube Ganhar Dinheiro

Abundância


Prosperidade, abundância e autovalor

Quando se pensa sobre prosperidade, é útil entender que é um recurso que flui através de nós. Nós somos um canal para a abundância. Logo que entendermos isso, começamos a identificar o fato de que somos nós mesmos que escolhemos como canalizar esse recurso. Viktor Frankle fez essa distinção no campo de concentração. Ele foi despojado de cada uma das suas possessões materiais, inclusive os sapatos. A única coisa que lhe restou, foi sua habilidade em acreditar em si mesmo e a abraçar a idéia que ele ainda era uma pessoa de bem, apesar do fato de terem lhe tirado tudo.

Isso é uma distinção importante a fazer, porque então ter dinheiro não é mais uma questão de autovalor. Dinheiro não determina quem você é; simplesmente é um recurso. Ter um forte juízo interno de si mesmo é que é verdadeiramente importante. Dinheiro é meramente um elemento externo. Assim que as pessoas param de comparar o seu autovalor com o dinheiro, as portas das possibilidades se abrem porque elas estão propensas a tentar outras coisas. Ao se sentirem bem com elas mesmas, elas ficam menos medrosas e estão abertas para tentar algo completamente diferente.

É só uma questão de dizer para si mesmo, "Aqui está o resultado que eu quero e existem diversas maneiras de alcançá-lo. Várias possibilidades. Se alguma não funcionar, então eu vou tentar uma outra."

E se a próxima não funcionar, é simplesmente um feedback que você precisa para tentar alguma outra coisa. Isso não significa que você é um fracassado ou uma pessoa desagradável. Simplesmente significa que existe algo lá fora que eventualmente funcionará e que este algo está fora de você. Você internamente ainda é a mesma pessoa.

Medir o autovalor de alguém somente pela quantidade de dinheiro que essa pessoa tem pode ser devastador. Por exemplo, esteve aqui uma mulher que tinha 17 milhões de dólares colocados em um "trust fund" pelos seus pais. Este fundo rendia pelo menos 800 mil dólares ao ano e duraria toda a sua vida. Essa pessoa encontrou sua identidade e seu autovalor no estilo de vida que levava e pela quantia que possuía. Por exemplo, certa vez ao sair para compras, ela gastou 18 mil dólares na seção de lingeries duma loja de departamentos.

A maior parte das ações que ela tomava quando se tratava de gastar grandes quantias de dinheiro eram resultado da comparação que ela fazia com sua irmã. A irmã estava na mesma situação; também tinha um "trust fund" que rendia muito. Entretanto, sua irmã nunca olhou para o dinheiro como um aspecto da sua identidade. Ela nunca determinou seu autovalor pela quantia que possuía.

Para ela, todo esse dinheiro significava que ela possuía algo para recorrer se lhe acontecesse um problema no futuro. Ela se casou e iniciou diversos negócios com seu marido. Foram extremamente bem sucedidos por seus próprios méritos e, depois de alguns anos, os rendimentos do "trust fund" dela se tornaram relativamente pequenos se comparados com os lucros gerados pelos negócios que eles tinham desenvolvido.

É interessante, pois a mulher que baseou a sua identidade e autovalor nos seus recursos financeiros, gastava grandes quantias de dinheiro para não ficar atrás da sua irmã. No fim ela quebrou. Esse é um exemplo extremo de alguém que mede o seu autovalor pela quantidade de dinheiro que tem.

A situação desta mulher se tornou mais complicada quando ela começou a se comparar com a irmã, o que também é uma afirmação sobre o seu autovalor. É comum uma pessoa comparar seu status financeiro com o de alguém e, lamentavelmente, essa é a origem de muitas angústias emocionais que as pessoas carregam. As pessoas têm a tendência de se compararem com os amigos, os colegas de trabalho, outros membros da família e muitos outros.

Quando as pessoas se comparam com alguém, o que estão fazendo é realmente um julgamento entre elas e a outra pessoa. Em algum nível, elas estão baseando sua identidade e autovalor em elementos externos.

Quando alguém decide se comparar e se julgar com menos freqüência, vai começar a notar mudanças surpreendentes na sua vida porque ele estará vendo a vida olhando de dentro para fora. Ele estará internamente referenciado, o que irá aumentar seu autovalor e sua identidade porque ele estará determinando quem ele é a partir do seu próprio coração. Ele não dará mais às outras pessoas a oportunidade de determinar quem ele é, porque ele já se conhecerá a um nível mais profundo e espiritual.

Quando uma pessoa se compara com outra, existe uma intenção positiva por trás do seu comportamento, mesmo que o comportamento possa aparentar ter menos recursos. Quando ela começa a entender estas intenções positivas e, muitas vezes, elas giram em torno do autovalor e da identidade, ela começará a curar a ferida inconsciente que está impedindo-a de alcançar a prosperidade e a abundância. De novo, é aí onde as crenças limitantes e os imprints entram em jogo.

A identidade de uma pessoa não é algo que acontece de repente como por encanto. É algo que a pessoa constrói com o tempo. Ela tem uma experiência e interpreta essa experiência no seu cérebro. Toma esta experiência, dá a ela algum nível de critério e a armazena. E em algum nível, ela diz "Eu me baseio nessa experiência". Ela tem outras experiências, empilhando uma em cima da outra. Muitas pessoas tendem a selecionar as negativas e descartar as positivas. Durante um tempo, a pessoa começa, de propósito, a empilhar numa direção e descarta tudo o mais. Nós somos as criaturas do descarte. A intenção positiva que está por trás da escolha pelo negativo é proteger a pessoa de ter novamente outra experiência negativa.

No fim, a pessoa também esquece de escolher o positivo. Ela necessita aprender a absorver todas as suas experiências positivas para manter o balanço. Quando uma pessoa traz para dentro de si todos os elementos positivos de uma experiência e remove as partes negativas, ela começa a perceber que a informação negativa não é sobre ela. Isso torna mais fácil aferrar-se a todos os aspectos positivos de uma situação, e integrá-los enquanto se livra do negativo.

Se livrar dos aspectos negativos de uma situação, enquanto integra os positivos, com o passar do tempo irá mudar de maneira dramática a situação financeira de uma pessoa porque ela começa a desenvolver um sentimento mais profundo do autovalor. Em vez de basear seu autovalor nos elementos externos de um contracheque, ela desenvolve um forte sentimento de autovalor que lhe dá coragem para tentar novas coisas e assim expandir suas oportunidades.

Por exemplo, conheci um zelador que ganhava por volta de $1.800 dólares por mês. Depois de trabalhar algumas de suas crenças com a PNL e também de algum planejamento financeiro, ele decidiu começar seu próprio negócio. Começou economizando dinheiro e comprou todas os materiais de que precisava. Conseguiu um contrato de limpeza perto do seu trabalho e contratou alguém para cumprir o contrato. Depois conseguiu outro e contratou mais um para ajudá-lo. Depois de um tempo, ele decidiu sair do seu emprego e começar sua própria empresa de limpeza. Ele, no fim, percebeu um tremendo aumento na sua remuneração mensal e uma sensação de liberdade que nunca havia experimentado antes.

Ele ainda fazia o trabalho de zelador. O que havia mudado era o seu autovalor. Ao invés de pensar "Oh, eu sou apenas um zelador, não posso fazer mais nada; não sou bastante esperto," ele começou a pensar "O que é possível?" Todo mundo necessita alguém que venha e faça a limpeza. As casas e as escolas precisam. Eles estão me contratando para fazer isso, então por que eu não passo para o outro lado da cerca e começo o meu próprio negócio.

É assim que você explora as possibilidades. Começa com um sonho. Depois é uma questão de transformar este sonho em realidade. Quando uma pessoa começa a aceitar o seu próprio autovalor e se abre para a idéia de que é possível, ele atrai a abundância e a prosperidade para a sua vida. O mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Se alguém, no seu íntimo, está se sentindo bem, isso geralmente se reflete na sua aparência, e ele vai atrair experiências positivas para sua vida. É deste modo que a vida funciona.

Referências:

Hallbom, T. and K. Johnson, "Alternative Medicine: The Definitive Guide", (Beverly Hills, CA: The Holistic Book Project, 1993) "Neuro-Linguistic Programming", p. 382.

Nancy Gibbs, Time Magazine, (Time, Inc., Principal Office, Oct. 2, 1995) Vol. 146: No. 14. "The EQ Factor", pp. 60-69. Information in the article is based on the book written by Harvard psychologist Daniel Goleman, Ph.D., "Emotional Intelligence" (Bantam, 1995).

Daniel Goleman, Reader's Digest, (The Readers Digest Association, Jan. 1995). "What is your Emotional IQ? Pp. 49-52." Condensed from "Emotional Intelligence" by Daniel Goleman, Ph.D.

Kris Hallbom é jornalista independente, co-diretora do Instituto de PNL da Califórnia, é formada em Psicologia e Línguas. Também é Master Practitioner em PNL.

Armand D'Alo

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Como Ganhar Dinheiro no Hotmart

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quinta-feira, 25 de julho de 2013